terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Sala de aula - um espaço para aprender a ser

Caros amigos

A convivência na sala de aula traz maravilhosos desafios e aprendizados. 
Alunos e professores trocam experiências que promovem novas formas de pensar, interagir e e estar no mundo. Quando o exercício da autonomia e da autoconfiança são trabalhados em sala de aula, num clima de respeito aos limites, conduzindo as regras de forma coerente, todos ganham. Professores aprendem com seus alunos a ser educadores, a humanizar-se. Alunos aprendem a ser alunos, assumindo papéis que irão se projetar para outros grupos sociais. Aprendem também e principalmente a ser pessoas, sujeitos da sua história. 
A autonomia e a auto-estima devem caminhar juntas no processo de aprender a ser. Os alunos que sentem-se seguros e amados, valorizados, sentem-se mais capazes, mais autoconfiantes e conseguem assumir formas de relacionar-se mais eficazes e harmônicas. 
Assim, cada um vai tecendo neste teia de relacionamentos, a própria forma de viver, de ver o mundo e a si mesmo, tornando-se cada vez mais, protagonistas da própria história.
Para assumir este pilar na sala de aula, cabe aos atores do processo educativo, trabalhar de forma metodológica, pensada, os meios de construção dos valores humanos, os simbolismos que estão embutidos nas atitudes de paz ou violência, nas sensações de fracasso ou sucesso, e nas estratégias para conquistar espaços e conhecimento.
Quando o Aprender a Ser é assumido no planejamento, todos ganham, porque os fatores previstos são assegurados, mas sobretudo, os fatores de avanço individual imprevistos são fomentados de forma inexorável. 
Basta ser Ser Humano para aprender a Ser. No entanto, na nossa sociedade de consumo, onde os seres são coisificados e as coisas personificadas, há uma confusão que desestrutura os sujeitos. Se os educadores passam a trabalhar a consciência, a percepção do outro e de si mesmo, a criticidade, e isto começa desde a Educação Infantil, os alunos conseguem paulatinamente assumir uma consciência crítica e libertadora que vai para além do Ser.

Aprender a Ser é aprender os ensinamentos humanistas que Paulo Freire já nos incitava: Aprender a Ser e Estar no Mundo.
Saudações!!



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Literatura - Sonhos e Resistência

Caros amigos,
Após um ano sem postar nada no blog Literatura -Sonhos e Resistência, resolvi retomá-lo. Despertá-lo deste sono embelezador tão demorado.
O blog é voltado para os amantes da literatura, e para os pré-vestibulandos. Nele, vocês encontram resumos e cometários de obras literárias, filmes, vídeos, reflexões, sujestões de leitura.
Participem, tornem-se seguidores e logo, logo, teremos sorteios de livros e bolsas para os oficinas literárias online.
Aguardo a sua visita!
http://literaturasonhoseresistencia.blogspot.com/
Saudações Literárias!

domingo, 12 de fevereiro de 2012

FILME SOBRE PAULO FREIRE - DOWNLOAD

Caros amigos,
A seguir o link para baixar este maravilhoso filme sobre Paulo Freire. Vale a pena conferir, refletir e aprender!
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/ResultadoPesquisaObraForm.do?first=50&skip=0&ds_titulo=Paulo&co_autor=&no_autor=&co_categoria=102&pagina=1&select_action=Submit&co_midia=6&co_obra=&co_idioma=&colunaOrdenar=null&ordem=null

Receita de Papel Machê

Não é 'bombril", mas tem mil e uma utilidades. O papel machê, essa mistura de papel, cola e água, é utilizado por volta de dois séculos antes de Cristo. Os chineses usaram para confeccionar dragões e enfeitar suas alegorias de ano novo. Também usaram para moldar capacetes para os exércitos. Na França e na Inglaterra vários objetos de decoração e arte tinham o papel machê como instrumento básico. Na Itália, as tradicionais máscaras de carnaval.
No Brasil, o papel machê se popularizou devido a versatilidade da sua massa, o que possibilita confeccionar desde simples objetos de brincadeira até instrumentos de decoração, arte e utensílios.
A massa original envolve água, papel picado, cola e gesso.
Como a rigidez da massa, após secagem é garantida mesmo sem o gesso, vai aqui uma receita simples, prática, que toda criança e adulto pode fazer.

Material

2 litros de água
jornal ou papel higiênico picado
cola plástica
bacia

Modo de fazer

Deixe de molho na bacia, o papel picado com água.

Após ele está diluido, pegue as porções e aperte com as mãos para retirar a água.
Coloque o papel em outra bacia e adicione a cola, misturando bem, até obter uma massa homogênea e solta, que não grude nas mãos.

Agora é só modelar os objetos que quiser e deixar secar. Após a modelagem está bem seca, é só pintar com tinta guache ou acrílica.



Receita de Massinha de Modelar

A massinha de modelar, além de desenvolver a criatividade e habilidades manuais, tem um grande poder terapêutico. A criança sente prazer, trabalha as reações sensoriais em relação ao ambiente e texturas, externa sentimentos, emoções e percepção de si mesma e do outro.

 Lembrem: o gostoso da massinha artesanal é o fazer junto. Por isso, aproveitem para fazê-la junto com os alunos, assegurando estes momentos de alegria, interação em grupo, e aprendizados matemáticos e linguísticos.
Vejamos a receita a seguir.

Materiais utilizados

  • 2 colheres de sopa de óleo de cozinha
  • 1 pires raso de sal
  • 2 xícaras de chá de farinha de trigo
  • 1 xícara de chá de água
  • Pigmento para tingir (tinta guache ou anilina comestível)

Modo de Fazer

Em uma bacia, misture a farinha e o sal.
Em seguida adicione o óleo aos poucos.
Adicione 1 xícara de água.
Amasse a massa com as mãos até obter uma mistura homogênea e firme; até que não suje as mãos.
Finalmente, adicione o pigmento e vá misturando até obter a cor desejada.

Está pronta a massinha! Agora é só usar a imaginação e se divertir!



domingo, 8 de janeiro de 2012

Diferenças entre oficina e palestra

Caros amigos,


Atendendo a pedidos, vamos estabelecendo umas diferenças entre oficina e palestra.

Há duas formas básicas de fazer palestra: uma participativa, onde o palestrante interage com o público, através de perguntas e comentários; outra tradicional, onde o público apenas ouve e o palestrante apenas fala. As duas formas são válidas e entre elas há diversas variações, a depender do tema, do estilo do público e do palestrante.

Já as oficinas são extremamente participativas. Estão alicerçadas na ideia de construção coletiva de saberes. Assim, o público interage com o facilitador, seja através de movimentos, expressões corporais, artísticas, confecção de material; seja através de análise e exposição de ideias. As oficinas compreendem uma gama de estratégias que podem ser usadas, para que todos se envolvam no processo do aprendizado e cheguem a conclusões de forma coletiva e individual.

Para escolher entre uma palestra e uma oficina, depende do tema, do tempo de trabalho, do público e do objetivo do evento. O mais importante é, realizando uma ou outra, fazer um planejamento com antecedência, ter domínio do assunto abordado, ter o material revisado. Assim, o sucesso estará mais garantido.

Façam suas escolhas, se preparem e brilhem! Um excelente trabalho para todos!!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

A festa de Reis em Jacobina

Caros amigos,

Se tem uma festa de Reis que merece atenção é a realizada em Jacobina, interior da Bahia. Me lembro quando estava trabalhando por lá, na Universidade do Estado da Bahia - UNEB. Estavamos trabalhando na formação dos professores que iriam alfabetizar jovens e adultos da cidade. No final do dia, de presente, ganhamos os foliões de Reis, que adentraram o campus e nos encheram de alegria e emoção.
Era um grupo formado por homens, idosos e crianças, que cantavam e tocavam. Com roupas multicoloridas e uma alegria contagiante, os foliões fizeram coreografias diversas. No fim, fizemos uma grande roda e alguem solicitou que catassemos músicas católicas. Uma beleza sem igual.

Depois, seguimos com eles em direção às casas de Jacobina, atravessando ruas, ladeiras e ponte.
Um momento inesquecível. Como o povo se une em torno de uma ideia, de uma fé. Todos confraternizam e sentem-se irmanados!

A folia de Reis é uma tradição que simboliza muito mais do que a fé católica. Simboliza a missigenação, a mistura, a alegria de um povo que resiste e luta pela fraternidade e pelo bem comum.
Visitar as casas, presenteá-las com sua música, sua dança, numa humildade e alegria contagiantes. Aqueles que os recebem em suas casas, fazem isso com tanta sacralidade! Com tanta seriedade e alegria! Sabem o verdadeiro sentido! É como se recebecem o menino Jesus!

Folia de Reis é, para nós brasileiros, a permanência, a resistência e a continuidade dos nossos antepassados.

Dia de Reis - 6 de janeiro

No dia 06 de janeiro comemoramos o dia da visita dos Reis Magos ao Menino Jesus.
Partindo de três lugares diferentes, os Reis Magos, considerados assim pelos seus conhecimentos em astrologia, levam ao menino Jesus presentes simbólicos. Ambos chegam ao destino correto, graças aos seus conhecimentos astrológicos, através de mapas, previsões e leituras.
Belchior parte da Europa, levando ouro. Baltazar parte da África, levando mirra. E Gaspar parte da Índia, levando Mirra.
A peregrinação dos três reis, os presentes, ofertados, as descobertas astrológicas são simbolizadas pelos cristãos de formas diferentes, a depender da região.
Aqui no Brasil, a Folia de Reis inicia-se com dia 25 de dezembro e encerra no dia 06 de janeiro. Neste período, os foliões visitam vários lugares, entoando canções, tocando instrumentos e carregando um estandarte com a imagem do Menino Jesus. As pessoas que recebem a sua visita oferecem comidas típicas das regiões, em forma de gratidão e para garantir a continuidade da caminhada.

Para saber mais, visitem as fontes a seguir:
http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-de-reis.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_de_Reis
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/dia-de-reis/dia-de-reis.php

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Natal - coisa de raiz


          Porque eu insisto em uma árvore de Natal acesa todas as noites nesta casa vazia? Talvez porque sou de Touro e preciso de coisas de raiz, de terra. Porque Natal, com árvore, bolas e luzes é um pouco isso – coisa de raiz.
          Quando chega a noitinha de verão, escaldante, acendo as luzes da árvore tão enfeitada, que parece jegue em dia de Lavagem do Bonfim. E uma alegria estranha insiste. A alegria das crianças correndo entre a frente da casa e o quintal – eu era uma delas. Riamos, corríamos, brincávamos com pintos e galinhas. Subíamos em mangueira, jaqueira, tomávamos banho de mangueira, construíamos casinhas para as bonecas, ficávamos de mal por eternos quinze minutos, para depois nos eternizarmos na nossa beleza de infância.
          Nas vésperas de Natal todos os netos de Seu Justo e D. Darça se reuniam com tios, tias para arrumar a grande árvore. Era um imenso galho seco enfeitado de algodão ornado com anjos, santos, bolas, gotas, todos de vidro, exigindo uma delicadeza jamais vista. Por fim, acendíamos as luzes do pisca-pisca, e a estrela no alto se unia ao presépio no pé da árvore, anunciando a chegada no menino Jesus.
         Era o momento de ensaiarmos o nosso Alto de Natal. Minha mãe, meu pai e minhas tias e tios faziam orações, e contavam a história do nascimento de Cristo, caracterizados de Sagrada Família, e nós, vestidos de anjos, cantávamos Hosanas ao Senhor! Quanta beleza e alegria! Entre a seriedade do momento sacro e as brincadeiras de criança, íamos construindo a nossa identidade, criando as nossas raízes, em torno do grande Patriarca Sr. Justo e da grande Mãe D. Darça. Memória eternamente viva. Coisa de raiz e de árvore. Coisa de floresta, com seus cantos e ritos de passagem entre uma estação e outra, entre uma comemoração e outra, entre a missa e a festa.
           Ontem achei na madrugada solitária, motivo para chorar saudades. Saudades do que um dia graças à Deus eu tive e vivi e do que ainda quero viver. Amanheci com essa face carcomida pelo tempo e com a insistência do ser menina que favorece a minha vaidade. Fiquei insistindo na auto-piedade, afirmando estar numa vida que não é minha. Essa vida não é a que escolhi. Mas não me falhe a memória da minha programação, acho que em algum instante da juventude devo ter desejado tudo – família, filhos, encontros e solidão. Agora estou nessa última fase, o que me remete à primeira, dizendo como as luzes a piscar, que só há uma alternativa – sair do estar só. Adormeci, para encontrar nos sonhos o que fugia das minhas mãos.
          Hoje não esperei anoitecer para ligar o pisca-pisca. Acendi a árvore de Natal, para que ela tome conta de mim. E ela, vigilante me olha, e me diz que suas raízes profundas me prendem à terra fértil da minha infância e que a solidão é puro capricho de mulher. As raízes, quanto mais buscam águas longínquas, mais se tornam resistentes, mais crescem. E o que na superfície parece ser pequeno vegetal, nas entranhas da terra se revela imensa árvore. Sou essa árvore de raízes profundas a buscar a Água Viva. Estou presa às minhas memórias de uma forma inexorável, porque, neta de Justo e Darça não pode se dar ao luxo de sentir fraquezas. Sabe do movimento da vida em torno da semente, sabe de como as coisas amadurecem e se estendem, se expandem. Sabe ser família e agregar à sua família de raiz, amigos, vizinhos, viajantes, companheiros, desabrigados, ricos e pobres.
Entendo porque enquanto tantas mulheres apagam as suas luzes e deixam sua árvore em caixas acumulando poeira, para ficar remoendo perdas, eu insisto em viver o Natal tal qual a minha infância me ensinou. Aquele Natal em que a dor da perda se agrega à alegria de Cristo Vivo em nós. Em que o consolo está na fé e na humildade por aceitar sem lamúrias a oportunidade de crescer. Tempo de perdoar e pedir perdão, de confessar ao padre e pagar penitências, de lavar as roupas de seda, toalhas de renda, e colocar amaciante para deixar tudo com cheiro de lavanda ou patichouli. Tempo de ir à Igreja do Bonfim assistir missa, e depois ir ao Centro Espírita renovar as energias, confraternizar com os amigos. Tempo de deixar o menino Jesus renascer em nós. De aprender a amar.
          Neste Natal, que começa com uma tristeza, por não sei o que, se configura em alegria e saudade. Meus avós redivivos em nossos corações, presentes pela misericórdia Divina em nossas vidas, continuam a celebrar conosco a alegria do encontro, a festa da família. Sinto a sua presença nas noites frias de solidão, aquecendo meu coração que os reverencia e os agradece de tanto amor. Dão-me a certeza de que a família não se desfaz, apenas se afasta um pouco para aprender o que junto não se aprende.
          Neste Natal, não teremos folhas de pitanga perfumando a casa, nem angélicas trazendo o branco da paz. Nem teremos crianças subindo e descendo, derrubando objetos, brincando de esconde-esconde. Também não teremos tios tomando vinho e contando piadas, nem tias preparando a mesa imensa com a ceia  requintada e farta. Também não teremos meu avô Justo, minha avó Darça, tio Hélio, vovó Pretinha, que já partiram para o mundo Maior.
          Terei minha filha, que não participou destas memórias, mas é fonte de renovação, de amor e completude. Terei meus pais, exemplos de amor, coragem, sacrifício e abnegação. Meu sogro, exemplo de compaixão, solidariedade e amor incondicional. Meus sobrinhos de coração, minhas irmãs. Meus cunhados. Meus primos. Meu amor. Que perto ou longe,  estamos juntos. Terei meus amigos do Pai Jamilton, do blog, do msn, do face, do orkut, das comunidades, do chat, do MADA,  da Casa do Sol, da Pastoral da Pesca, do Movimento dos Pescadores, do Quilombo do Orobu, das Escolas,  creches e Universidades por onde trilho, e tantos outros. Gente, onde está a solidão? Pura ilusão.
           Continuemos então com o pisca-pisca, com as bolas de Natal e as nossas raízes cada vez mais profundas, anunciando a chegada do Menino Jesus em nossos corações. Sejamos as nossas raízes a anunciar o Natal revivido em nós.


domingo, 6 de novembro de 2011

Modelos de Plano de Aula para Educação Infantil

Caros amigos,
O ano de 2011 já está chegando ao fim e logo pensamos em 2012, em planejamentos, organização de sala, coleta de material... Para auxiliá-los nesta tarefa, segue modelo de plano de aula.



Tema: O calendário nosso de cada dia


Objetivos:

Aprender sobre o funcionamento dos números num contexto específico: o calendário;

Familiarizar-se com uma forma particular de organizar a informação, identificando a passagem do tempo apoiado no calendário;

Utilizar o calendário como forma de organizar acontecimentos e compromissos comuns ao grupo.

Áreas de Conhecimento:

Matemática, Natureza e Sociedade, Linguagem.


Conteúdos:

- Utilização dos números em diferentes contextos;

- Início da medição social do tempo;

- Localização, leitura, interpretação de informação matemática em calendários.



Procedimentos Metodológicos:

1. Rodinha – Cantar a música “Bom dia”; Fazer a oração “Obrigado Senhor pelo dia”. Iniciar diálogo, perguntando: Que dia é hoje?

A partir deste diálogo, apresentar um calendário tipo folhinha do mês corrente e perguntar: Quem tem um calendário parecido com esse em casa?

Explicar que poderão consultá-lo em diferentes momentos: para colocar a data em alguma tarefa, para saber a dia do aniversário dos colegas, do passeio que a turma realizará ou ainda quando precisarem escrever algum número que não conheça.

Ajudá-los a identificar a composição do calendário: palavras e números, coluna.

Solicitar a um aluno que identifique e marque no calendário exposto a data do dia.

Outro aluno anota essa data na lousa.

Retornando ao diálogo, pergunto aos alunos para que serve o calendário, além de achar a data do dia. Provoco até encontrar respostas, como organizar tarefas, planejar eventos, e encontrar datas importantes, como aniversário.

Introduzo: Agora vocês vão assistir a um clipe da música da música de Lulu Santos – Seu Aniversário, onde ele fala do calendário.

2. Hora do Vídeo: Assistir o clipe da música

3. Com um calendário do ano na parede ou no chão, pedir a cada aluno que marque a data do seu aniversário. Neste momento terei uma tabela em mãos com os aniversariantes, para eventuais consultas.

4. Intervalo: Cantar a música “É hora de lavar as mãos”. Fazer a fila em ordem crescente de tamanho do aluno, para lavar as mãos. Em seguida, todos organizam seu lanche na mesinha e cantam “Meu lanchinho”;

5. Momento da Calmaria: Todos sentados nas almofadas e nos tapetes. Ouvir a História “Vivi quer crescer”.

6. Diálogo sobre a história

7. Atividade xerografada: marcar no calendário as datas solicitadas.

8. Despedida: Canção da Despedida; Arrumar todos, pentear cabelos, passar perfume.

9. Atividade para casa: Xerografada



Recursos:

Calendários, vídeo, atividade xerografada, papel metro, lousa, piloto.

Avaliação:

Processual e contínua. Verificar o uso correto do calendário, de acordo com as necessidades.

Referências:

http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/cada-dia-sempre-novo-dia-428181.shtml

http://lulu-santos.musicas.mus.br/letras/952601/

http://www.youtube.com/watch?v=zStfgOWCxQk


Tema: Conceitos básicos matemáticos


Objetivo: Resolver situações problemas envolvendo os conceitos básicos.

Áreas de Conhecimento: Matemática, linguagem

Conteúdo: grande, pequeno, leve, pesado, maior, menor, dentro, fora.

Procedimentos Metodológicos:

1. Rodinha – Cantar a música “Bom dia”; Fazer A oração da Criança.

Fazer a chamada através das fichas.

Apresentar uma caixa (dentro dela estão os blocos lógicos) e iniciar uma conversa com perguntas como: alguém conhece esse objeto? Qual o nome dele? Qual é a forma da caixa? A caixa está CHEIA ou VAZIA? O que tem DENTRO da caixa? A caixa está pesada ou leve?

Colocar outra caixa ao lado desta e pedir que comparem: maior ou menor? Grande ou pequena?

Em seguida, esvaziar a caixa, colocando o conteúdo em uma caixa menor e ir questionando onde tem MAIS e onde tem MENOS blocos.

Em seguida colocar os objetos de volta na caixa maior e perguntar novamente.

Explorar outros objetos para estabelecer as comparações.

Deixar que as crianças manipulem os blocos, brincando livremente com eles, comparando-os.

2. Atividade no livro

3. Intervalo: Cantar a música “É hora de lavar as mãos”. Fazer a fila separando meninos de meninas, chamando pelo nome. Em seguida, fazer o lanche na quadra.

4. Momento da Calmaria: Brincar de Vivo, morto.

5. Despedida: Canção da Despedida; Arrumar todos, pentear cabelos, passar perfume.

6. Atividade para casa no livro



Recursos: livro, música, caixa surpresa, maquete da casa, objetos na cor amarela.

Avaliação: Processual e contínua. Verificar se os alunos construíram as noções em relação a peso, quantidade e tamanho.

Referências:

Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil – Vol. 2 e Vol.3

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=13679

Nada é impossível de mudar

Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.

E examinai, sobretudo, o que parece habitual.

Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar.
Então, caros amigos, vamos refletir e agir mais que pensar, agir com consciência, para garantir mudanças positivas.

Poema para refletir

Este poema de Bertold Brecht nos convida à reflexão sobre a nossa consciência de ser humano e de sociedade!


O Vosso tanque General, é um carro forte




Derruba uma floresta esmaga cem

Homens,

Mas tem um defeito

- Precisa de um motorista



O vosso bombardeiro, general

É poderoso:

Voa mais depressa que a tempestade

E transporta mais carga que um elefante

Mas tem um defeito

- Precisa de um piloto.



O homem, meu general, é muito útil:

Sabe voar, e sabe matar

Mas tem um defeito

- Sabe pensar

Texto para apresentação de fim de ano

O Natal em três Atos



Ato 1 - O anúncio do anjo



Um anjo anuncia

A chegada do Messias

Em sonho-vivo de Maria

E, cumprem-se as escrituras...



A sublime missão angelical

ao dar a notícia à simples Maria

De todas "a escolhida" no amor universal

Se fez motivo de zombaria...



Como um Deus poderia

A uma rude plebéia

Conceder tal honraria?

A de gerar o Menino-Jesus de Praga?



Afinal, com o povo entenderia

Uma jovem judia

Inda virgem Maria

A divindade em seu ventre nasceria?



Ato 2 - José, o carpinteiro



O jovem essênio aprendiz

Em sua arte de marcenaria

Inda mal compreendia

O mistério do amor da anunciação que diz...



A partir de uma família humilde

Nas terras sagradas e prometidas

Será gerado o Menino-Deus no oriente

Entre gregos, romanos, filisteus e fariseus



José, homem simples, determinado

Não mediu esforços em longa peregrinação

Buscando em vão uma pousada para o advento

Encontrando acolhida em uma manjedoura, por predestinação



Ato 3 - A Estrela de Belém e os Reis Magos



Em um berço improvisado

O manto estendido sob a palha

Maria trouxe à vida terrena

Entre cabras e pastores, um menino iluminado



A trajetória da Estrela cintilante de Belém

Fez-se bússola para os peregrinos reis do oriente

Guiando aqueles senhores de terras muito além,

Para adorarem e aclamarem o Salvador de toda a gente



Simbolizando as três primevas raças bíblicas,

os semitas, jafetitas e camitas

os reis Belchior, Gaspar e Baltazar prestaram a homenagem, pois,

de todos os homens da Terra ao Rei dos Reis.

Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=111141#ixzz1cwz5nEJB

Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

Música para apresentação de fim de ano

Quem se lembra deste comercial? A canção fez sucesso em vários ambientes, inclusive na escola. Quem sabe não é hora de regatar esta ideia e incluir a canção no seu coral com as crianças?


Saudações fraternas!

A visita da velhinha - hora do conto

Caros amigos, o conto a seguir é maravilhoso! Sempre faz mágicas em uma roda de contação de histórias. As músicas e gestos que se repetem convidam as crianças a participarem ativamente da história, transformando este momento em uma grande brincadeira.
Além da ludicidade garantida, o conto auxilia os pequeninos a organizar o pensamento de forma lógica e sequenciada, organizar os fatos, associar pensamento e imagem, além de trabalhar questões referentes ao relacionamento humano.

Vale à pena!
Leiam, contem e divirtam-se com seus alunos!

A Visita da Velhinha


Era uma vez uma velhinha que morava sozinha, no meio da floresta. Ela passava o dia e a noite cozendo, que é o mesmo que costurar.

Canta, fazendo o gesto de costurar, e depois de procurar, com as mãos: _ Ficava sentada, cozendo, cozendo e sempre esperando quem ia chegar.

Um belo dia, alguém bateu na porta da velhinha (todos fazem o som e gesto de bater à porta)

Ela disse: _ Ué, quem será? Entre! - A porta se abriu. (faz gesto e som da porta se abrindo)

Entraram dos pés enormes. E a velhinha perguntou:

_ Ué, o que estes pés estão fazendo na minha casa? Pé fala? Não, pé não respondeu. E a velhinha continuou cozendo.

Canta, fazendo o gesto de costurar, e depois de procurar, com as mãos: Ficava sentada, cozendo, cozendo e sempre esperando quem ia chegar.

Quando já eram quase dez horas da manhã, alguém bateu na porta da velhinha (todos fazem o som e gesto)

Ela disse: _ Ué, quem será? Entre! - A porta se abriu. (faz gesto e som da porta se abrindo)

Entraram duas pernas grossas. E a velhinha perguntou:

_ Ué, o que estas pernas estão fazendo na minha casa? Perna fala? Não, perna não respondeu. E a velhinha continuou cozendo.

Canta, fazendo o gesto de costurar, e depois de procurar, com as mãos: Ficava sentada, cozendo, cozendo e sempre esperando quem ia chegar.

Quando era quase meio-dia, alguém bateu na porta da velhinha (todos fazem o som e gesto)

Ela disse: _ Ué, quem será? Entre! - A porta se abriu. (faz gesto e som da porta se abrindo)

Entrou um tronco forte, robusto, dourado do sol. E a velhinha perguntou:

_ Ué, o que este tronco está fazendo na minha casa? tronco fala? Não, tronco não respondeu. E a velhinha continuou cozendo.

Canta, fazendo o gesto de costurar, e depois de procurar, com as mãos: _ Ficava sentada, cozendo, cozendo e sempre esperando quem ia chegar.

Quando era hora do lanche, nossa que dia movimentado, alguém bateu na porta da velhinha (todos fazem o som e gesto)

Ela disse: _ Ué, quem será? Entre! - A porta se abriu. (faz gesto e som da porta se abrindo)

Entraram os braços fortes, musculosos e as mãos bonitas, redondinhas. E a velhinha perguntou: _ Ué, o que estes braços e mãos está fazendo na minha casa? Braços e mãos falam? Não, braços e mãos não responderam. E a velhinha continuou cozendo.

Canta, fazendo o gesto de costurar, e depois de procurar, com as mãos: _ Ficava sentada, cozendo, cozendo e sempre esperando quem ia chegar.

Quando já eram quase cinco horas da tarde, alguém bateu na porta da velhinha (todos fazem o som e gesto)

Ela disse: _ Ué, quem será? Entre! - A porta se abriu. (faz gesto e som da porta se abrindo)

Entrou a cabeça. E a velhinha curiosa, pensou. Cabeça tem olhos? (pergunta à platéia – o que mais cabeça tem? – Cabeça tem boca? Nossa, então já sei quem vai responder minhas perguntas.

E a velhinha perguntou:

_ Porque estes pés tão grandes? É de tanto andar, de tanto andar.

_ Porque estas pernas tão grossas e fortes? É de tanto correr, de tanto correr.

_ Porque este tronco tão queimado do sol? É de tanto trabalhar, de tanto trabalhar.

_ Porque estes braços musculosos e estas mãos redondinhas? É de tanto carregar embrulho, de tanto carregar embrulho.

_ E você, o que está fazendo aqui? – Vim te visitar, vim te visitar.

E a velhinha agora: Ficava sentada, falando, falando, pois ela já tinha com quem conversar.

Observação:

O quebra cabeça deve ser montado em tecidos, em tamanho bem grande. Deve conter as partes indicadas na história, sem precisar de detalhes, do rosto. Só uma circunferência para simbolizar a cabeça. À medida que vão sendo “contadas” na história, as partes do corpo, vai montando o quebra-cabeça no chão.

Cuidado: Deixar as peças do quebra-cabeça já em ordem de aplicação. Primeiro os pés e assim por diante.

Sugiro treinar primeiro em casa.
Saudações Fraternas!

Pastorinhos do deserto

Pastorinhos do deserto
É pois certo
Que na noite de Natal
Num curral
Baixou o Filho de Deus
Lá dos céus?
Quem nos deu tanta alegria?
Foi Maria
E quem nos deu tanta luz?
Foi Jesus?

Onde nasceu tanto bem?

Em Belém!

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